Quarta-feira 19 de Dezembro 2007, Dahi Aguay disse que: "o congresso do Polisario é uma fraude" ele como presidente da "Associação em defesa contra os levados e desaparecidos", Dahi Aguay, apresentou Sexta-feira passada uma queixa contra responsáveis do Polisario e da Argélia junto à justiça espanhola.
De Volta de horizonte, como antigo prisioneiro de Tindouf, ele deu uma entrevista ao jornal ALM.
Eis a entrevista:
ALM: O que pensam no décimo segundo congresso do Polisario e a renovação do Mohamed Abdelaziz à cabeça desta entidade?
Dahi Aguay: é mais uma maior fraude que possa-se reter deste pretenso congresso que foi baptizado com o nome de um Sahraoui vítima do Polisario ele mesmo, neste caso se trata de "Messaoud Mbarak e Ahmed Lahcen".
É a pior ofensa que o Polisario possa fazer e da memória deste martir, o que quer dizer que o Polisario pode permitir-se matar filhos do Sara nas suas próprias prisões e dar aos seus nomes à pseudo manifestações.
Martir "Messaoud" teria ascendido sem dúvida contra este impostura se fosse ainda vivo, porque a direcção do Polisario explora o capital simpatia do qual o martir goza junto aos tribos "Tekna Yagout" para condenar o seu protesto crescente pelo facto de eles estarem marginalizados em proveito do Rguibat, do qual Mohamed Abdelaziz e seu afiliado são originário.
É necessário igualmente que nos sublinharmos que 97% do Sahraouis estagnam nos cantos do Polisario. Eles são procedentes dos tribos Tekna.
Para além esta impostura faz ofensa contra os sentimentos e a inteligência do Sahraouis, é necessário notar que o suposto congresso reconduziu os mesmos algemados. Eles estam ainda com sangue nas mãos, incluiu Mohamed Abdelaziz sem ter a origem nem o estatuto intelectual, e mais ainda o seu passado sanguinàrio não lhe autorizam a representar o Sahraouis.
Este criminoso de guerra foi imposto uma vez mais pela Argélia, tanto quanto a maioria do 2000 de congressistas que ninguém não ignora que são Sahraouis de origem argelina e mauritana.
ALM: Quais as consequências que podem ter este tipo de provocações sobre a sequência do processo de negociações, previstas as 7,.8 e 9 de Janeiro próximo à Manhasset?
Dahi Aguay: O Polisario tentará uma vez mais fazer iluminação sobre a vontade da comunidade internacional junto à porposta ofertada pelo Marrocos relatica a autonomia.
O Polisario quer pôr assim em questão a credibilidade não somente dos esforços do Reino para regular definitivamente o conflito factício, mas também a das Nações Unidas, e mais precisamente do Conselho de segurança que chamou todos a mesa das negociações.
ALM: Acaba de retornar de Madrid onde apresentou queixa para desaparecimentos forçados de 72 Sahraouis vítimas do Polisario. Como imaginam a saída desta iniciativa?
Dahi Aguay: Esta iniciativa é apenas a coroação de um processo jurídico longo e pacientes comprometidos em 1978. Este ano, tínhamos apreendido na Amnistia Internacional para o respeito das pessoas levadas e desaparecidas nas prisões secretas do Polisario.
Tínhamos apresentado à Amneste uma lista que contem os nomes destes defuntos. A direcção do Polisario será apreendida imediatamente pela Amneste com relaçào aos casos dos defuntos sahraouis, que é por causa do regime separatista que desmente e contorna rapidamente.
Ao mesmo tempo, este regime tinha aberto negociações com as pessoas detidas nas suas prisões secretas que conduziram ao alargamento do problema com alguns entre eles.
Isso foi feito da mesma parte com os Sahraouis liberados do banho de sangue e de uma memória sinistrada "Errachid", em 1980. Este homem, então tinha sido conduzido na escola em "12 de Outubro" situada nos arredores do campo "Rabouni", onde me fui atribuída à residência, A grande tristeza e o desaforo dos meus parentes nas províncias sarianas marroquinas que não sabiam se eu fosse vivo ou morrido.
Ora aí está, a direcção do Polisario terminará de pôr termo à esta situação. Fui autorizada de fazer uma deslocação na Espanha, onde mim tomado contacto com os responsáveis de várias câmaras municipais, cujo nomeadamente Erminio Trigo, presidente da câmara municipal da cidade Cordoue.
Foi a partida de uma grande batalha sobre o processo do Sahraouis desaparecido. Tomadando contacto com Amnesty, para chamar a sua atenção para denonciar o tratamentos com os outros Sahraouis prisioneiros sempre ainda nas prisões secretas do Polisario.
É enquanto que esta organização apreende a Argélia para interrogar e traduzir na justiça os líderes do Polisario implicados nos desaparecimentos forçados e as torturas, recordando que Argel era signatário da Convenção de Genebra sobre os direitos do Homem.
Paralelamente, empreendido em tanto como presido da Associação levados desaparecidos sahraouis várias diligências junto de responsáveis espanhóis, incluindo o actual chefe da diplomacia espanhola Miguel Angel Moratinos, o todo coroado pelo recurso da justiça para reclamar o julgamento dos responsáveis do Polisario e da Argélia que não podem mais circular livremente na Europa.
A queixa, apresentada Sexta-feira passada em Madrid junto da Audiência nacional por Sahraouis marroquinos nascidos sob a ocupação espanhola, é por conseguinte o resultado de um longo processo de militantismo.
É o "melhor" presente que possa-se oferecer à direcção do Polisario, por ocasião do seu pseudo congresso, da Festa do Sacrifício e o Novo Ano.
Fontes:http://www.corcas.com/
http://www.sahara-online.net/
http://www.sahara-developpement.com/
http://www.sahara-culture.com/
http://www.sahara-social.com/
http://www.sahara-villes.com/
De Volta de horizonte, como antigo prisioneiro de Tindouf, ele deu uma entrevista ao jornal ALM.
Eis a entrevista:
ALM: O que pensam no décimo segundo congresso do Polisario e a renovação do Mohamed Abdelaziz à cabeça desta entidade?
Dahi Aguay: é mais uma maior fraude que possa-se reter deste pretenso congresso que foi baptizado com o nome de um Sahraoui vítima do Polisario ele mesmo, neste caso se trata de "Messaoud Mbarak e Ahmed Lahcen".
É a pior ofensa que o Polisario possa fazer e da memória deste martir, o que quer dizer que o Polisario pode permitir-se matar filhos do Sara nas suas próprias prisões e dar aos seus nomes à pseudo manifestações.
Martir "Messaoud" teria ascendido sem dúvida contra este impostura se fosse ainda vivo, porque a direcção do Polisario explora o capital simpatia do qual o martir goza junto aos tribos "Tekna Yagout" para condenar o seu protesto crescente pelo facto de eles estarem marginalizados em proveito do Rguibat, do qual Mohamed Abdelaziz e seu afiliado são originário.
É necessário igualmente que nos sublinharmos que 97% do Sahraouis estagnam nos cantos do Polisario. Eles são procedentes dos tribos Tekna.
Para além esta impostura faz ofensa contra os sentimentos e a inteligência do Sahraouis, é necessário notar que o suposto congresso reconduziu os mesmos algemados. Eles estam ainda com sangue nas mãos, incluiu Mohamed Abdelaziz sem ter a origem nem o estatuto intelectual, e mais ainda o seu passado sanguinàrio não lhe autorizam a representar o Sahraouis.
Este criminoso de guerra foi imposto uma vez mais pela Argélia, tanto quanto a maioria do 2000 de congressistas que ninguém não ignora que são Sahraouis de origem argelina e mauritana.
ALM: Quais as consequências que podem ter este tipo de provocações sobre a sequência do processo de negociações, previstas as 7,.8 e 9 de Janeiro próximo à Manhasset?
Dahi Aguay: O Polisario tentará uma vez mais fazer iluminação sobre a vontade da comunidade internacional junto à porposta ofertada pelo Marrocos relatica a autonomia.
O Polisario quer pôr assim em questão a credibilidade não somente dos esforços do Reino para regular definitivamente o conflito factício, mas também a das Nações Unidas, e mais precisamente do Conselho de segurança que chamou todos a mesa das negociações.
ALM: Acaba de retornar de Madrid onde apresentou queixa para desaparecimentos forçados de 72 Sahraouis vítimas do Polisario. Como imaginam a saída desta iniciativa?
Dahi Aguay: Esta iniciativa é apenas a coroação de um processo jurídico longo e pacientes comprometidos em 1978. Este ano, tínhamos apreendido na Amnistia Internacional para o respeito das pessoas levadas e desaparecidas nas prisões secretas do Polisario.
Tínhamos apresentado à Amneste uma lista que contem os nomes destes defuntos. A direcção do Polisario será apreendida imediatamente pela Amneste com relaçào aos casos dos defuntos sahraouis, que é por causa do regime separatista que desmente e contorna rapidamente.
Ao mesmo tempo, este regime tinha aberto negociações com as pessoas detidas nas suas prisões secretas que conduziram ao alargamento do problema com alguns entre eles.
Isso foi feito da mesma parte com os Sahraouis liberados do banho de sangue e de uma memória sinistrada "Errachid", em 1980. Este homem, então tinha sido conduzido na escola em "12 de Outubro" situada nos arredores do campo "Rabouni", onde me fui atribuída à residência, A grande tristeza e o desaforo dos meus parentes nas províncias sarianas marroquinas que não sabiam se eu fosse vivo ou morrido.
Ora aí está, a direcção do Polisario terminará de pôr termo à esta situação. Fui autorizada de fazer uma deslocação na Espanha, onde mim tomado contacto com os responsáveis de várias câmaras municipais, cujo nomeadamente Erminio Trigo, presidente da câmara municipal da cidade Cordoue.
Foi a partida de uma grande batalha sobre o processo do Sahraouis desaparecido. Tomadando contacto com Amnesty, para chamar a sua atenção para denonciar o tratamentos com os outros Sahraouis prisioneiros sempre ainda nas prisões secretas do Polisario.
É enquanto que esta organização apreende a Argélia para interrogar e traduzir na justiça os líderes do Polisario implicados nos desaparecimentos forçados e as torturas, recordando que Argel era signatário da Convenção de Genebra sobre os direitos do Homem.
Paralelamente, empreendido em tanto como presido da Associação levados desaparecidos sahraouis várias diligências junto de responsáveis espanhóis, incluindo o actual chefe da diplomacia espanhola Miguel Angel Moratinos, o todo coroado pelo recurso da justiça para reclamar o julgamento dos responsáveis do Polisario e da Argélia que não podem mais circular livremente na Europa.
A queixa, apresentada Sexta-feira passada em Madrid junto da Audiência nacional por Sahraouis marroquinos nascidos sob a ocupação espanhola, é por conseguinte o resultado de um longo processo de militantismo.
É o "melhor" presente que possa-se oferecer à direcção do Polisario, por ocasião do seu pseudo congresso, da Festa do Sacrifício e o Novo Ano.
Fontes:http://www.corcas.com/
http://www.sahara-online.net/
http://www.sahara-developpement.com/
http://www.sahara-culture.com/
http://www.sahara-social.com/
http://www.sahara-villes.com/
